3 reflexões que vão mudar o rumo da sua carreira em TI (a #3 vai mudar sua vida também)

Tempo de leitura: 18 minutos

Você já dedicou algum tempo para pensar sobre a sua carreira em TI? Pensar sobre aonde quer chegar, quais as suas aspirações, o que deseja realizar?

Se você é como a maioria dos profissionais de TI, provavelmente a resposta é não.

Há algum tempo perguntei a um amigo (que é analista de sistemas) como estava o seu dia a dia no trabalho. Eu sabia que ele passava por uma fase difícil, com mudanças na hierarquia da área e muita pressão sobre a equipe.

“Está complicado.”, disse ele. “Fulano saiu e ficou um buraco na equipe, então a pressão aumentou muito. E pra piorar, ainda tenho que fazer a gestão das atividades do pessoal mais novo, e eu detesto fazer isso. Meu negócio é programar…”.

Já viu esse filme em algum lugar?

Depois de alguns anos na área, notei que pouquíssimos profissionais pensam na sua própria carreira. A grande maioria empurra a vida com a barriga, boiando num infinito mar de projetos, prazos, cobranças e estresse, muitas vezes fazendo algo que não gosta.

Eu também passei por isso, vivia insatisfeito com a minha vida profissional, procurando culpados e encontrando desculpas para continuar descontente. É incrível como o ato de reclamar se transforma em hábito rapidamente – e o pior, é muito difícil perceber isso sozinho.

Porém, eu consegui reverter esse quadro mudando o meu mindset (a forma de pensar). Não é algo muito simples e não acontece da noite para o dia, mas eu garanto: só o fato de querer mudar já faz com que você acorde para a vida.

Na conversa com o meu amigo, eu o aconselhei a fazer 3 reflexões. Continue lendo o artigo para saber quais são e entender como elas podem mudar o rumo da sua carreira, ou talvez até da sua vida.

Reflexão #1 – Você gosta mesmo de trabalhar com TI?


Adoro minha carreira em TILove is all you need…

Trabalhar com o que gosta é essencial para alcançar a realização pessoal.

Durante a vida adulta, passamos mais tempo trabalhando do que fazendo qualquer outra coisa. Por isso, trabalhar com algo que não gosta só maximiza o lado ruim das coisas.

Pare para pensar: quantas vezes você já pensou em mudar de área? Tem reclamado muito do seu trabalho atual?

Sabemos que o profissional de TI vive sob um nível de estresse alto e muitas vezes constante, em ambientes com pressão sobre prazo, orçamento, qualidade e muitas, MUITAS horas de trabalho. Visualizar isso na prática é simples, basta pensar na quantidade de vezes que você já ouviu (ou disse) a frase “Essa droga de sistema caiu de novo!”. No final das contas, tudo é culpa do sistema…

Deixando o chororô de lado, vamos analisar o lado racional da coisa. Estresse, pressão constante e jornadas de trabalho mais longas são características do mundo atual, não é algo que aflige somente você, a empresa em que trabalha ou a área de TI como um todo. Quantas pessoas você conhece que trabalham em outras áreas e reclamam das mesmas coisas?

A tendência de confundir fases difíceis com o desgosto pela profissão é bem comum. Conheço gente que vive dizendo coisas como “trabalhar com informática acaba com a minha saúde” ou “vou largar tudo e vender coco na praia”, mas trabalham na área há mais de 10 anos e nem têm planos para mudar de vida.

Confesso que houve um tempo em que eu também fiquei de saco cheio desses problemas e achei que era melhor mudar de área. Porém, percebi que eu realmente gosto de programação e todo o ambiente que envolve a carreira em TI.

Claro que essa descoberta não me impede de abrir a mente para novas oportunidades, assim como não significa que eu decidi fazer a mesma coisa para o resto da vida. Pelo contrário, entender tudo isso me fez descobrir o meu propósito, aquilo que me faz levantar da cama todos os dias para trabalhar.

Demorei um bom tempo para chegar a essas conclusões, por isso vou listar aqui 3 fatos que me ajudaram a refletir sobre o assunto. Talvez te ajudem também.

1. Gostar de coisas que envolvem raciocínio lógico

Quebra-cabeças, jogos de computador, poker, xadrez, brinquedos, revistas de passatempo, enfim, existem centenas de exemplos. Sentir-se feliz e satisfeito enquanto faz coisas desse tipo é um bom indício de que gosta de trabalhar com TI – afinal, fazemos isso o tempo todo.

E, ao contrário do que a maioria pensa, isso não é um requisito exclusivo dos programadores. Qualquer profissão da área exige raciocínio lógico e habilidade para analisar situações.

2. Gostar de estudar coisas novas

A área de TI é muito mais dinâmica do que qualquer outra. O mercado muda muito, em uma velocidade cada vez maior, e todo dia tem uma coisa nova para aprender. Num cenário como esse, não é muito fácil se manter atualizado.

Para alguns isso é um problema. Para outros, é divertido – mesmo que não seja possível usar as novidades na prática imediatamente.

Você se interessa por conhecimento da área? Lê blogs e artigos, acompanha profissionais de destaque nas redes sociais, comparece a eventos dos grandes players do mercado?

Se a resposta de alguma dessa perguntas é sim, então sua carreira está na direção correta. E não pense que é algo trivial, a maioria dos profissionais só busca conhecimento quando precisa muito. E mesmo assim, o máximo que fazem é procurar algo pronto no Google que possam copiar e usar sem preocupação.

Duvida? Te convido a fazer um teste: pergunte a cinco pessoas do trabalho se elas dedicam algum tempo do dia para estudar ou conhecer algo novo. Se mais de uma pessoa responder que sim, fique feliz e aproveite. Você trabalha com pessoas diferenciadas.

3. Gostar de criar soluções para problemas do dia a dia

Na minha opinião, a principal função da tecnologia é economizar o tempo do homem em tarefas que não exigem muita criatividade. E eu acredito que uma das principais funções dos profissionais de TI é usar a sua criatividade para identificar essas tarefas e modelar as melhores formas de torna-las mais fáceis.

Ver que as suas soluções são úteis no mundo real gera um sentimento de satisfação muito grande. Assim como o contrário também é verdadeiro (e talvez até mais comum): ver que a solução que desenvolveu não foi usada ou não foi útil é algo bem frustrante.

Se você gosta de TI, acredito que já teve essas sensações ao menos uma vez na vida.

Avalie se você realmente gosta de trabalhar com TI, ou se está acomodado com a situação atual. Se concluir que não gosta, recomendo que reflita sobre o seu futuro e procure novos caminhos. Às vezes nem é preciso mudar totalmente, as empresas de TI tem muitas oportunidades em outras áreas, como Comercial, Financeiro ou RH. Uma decisão como essa nunca é fácil, mas pode salvar a sua vida. De verdade.

Se você concluir que gosta, mas está em um momento difícil na carreira, ótimo! Barreiras e obstáculos são degraus que vão te levar cada vez mais alto. E conforme vamos subindo, os desafios ficam maiores e mais complexos – mas as recompensas crescem na mesma proporção. No pain, no gain, certo?

Se você encontrar um caminho sem obstáculos, ele provavelmente não leva a lugar nenhum. – Frank Clark

Reflexão #2 – Ser especialista ou ser gestor?

Carreira em Y
Carreira em Y. Sim é clichê, eu sei.

Há alguns anos atrás, minha chefe me perguntou: “Preciso investir em alguém para me suceder, e acho que você é a pessoa mais indicada. Aceita o desafio?”.

Claro que eu aceitei. Quem não aceitaria?

E é claro que eu me arrependi depois de um tempo, já que eu não pensei nas consequências que isso traria.

Gerenciar uma equipe normalmente implica em uma série de responsabilidades burocráticas e, em muitos casos, políticas. Hoje em dia tenho muito interesse em algumas áreas da gestão, como o relacionamento e o desenvolvimento pessoal, mas burocracia, controle financeiro e politicagem interna são coisas que me matam (será que existe alguém que gosta disso?). Nada contra o trabalho de gestão, mas definitivamente não é a minha praia neste momento.

Sempre tive aptidão para a parte técnica, gosto muito de programar e desenvolver soluções. Então, por que eu aceitei fazer algo diferente disso?

Porque eu era uma anta!!

Anta
Eu tenho o péssimo e injusto hábito de usar esse nome como xingamento, já que é um bicho extremamente inteligente – bem diferente do que eu era na época dessa história. Desculpe, dona Anta…

É engraçado como o mercado brasileiro empurra os profissionais para a gestão. Talvez porque as empresas não valorizem os cargos técnicos, talvez porque os cargos de gestão sempre ganham maior destaque, ou talvez porque esses e outros fatores criaram um mindset coletivo onde tudo isso é uma verdade quase absoluta.

Essa última opção é meio maluca e tem cara de teoria da conspiração, mas tem um fundo de verdade. Você sabe o nome de algum engenheiro de software do Facebook ou do Google? Talvez já tenha lido sobre eles uma ou duas vezes. Mas com certeza já leu dezenas de reportagens sobre Mark Zuckerberg, Larry Page ou Sergey Brin. Todos eram (ou ainda são) ótimos técnicos, e aposto que só ouviu falar deles quando se tornaram executivos.

Eu cultivava esse mindset, por isso aceitei a proposta sem pensar muito. Sempre achei que virar gestor era uma evolução natural, e que seria a única forma de realmente alavancar minha carreira.

Se você também compartilha desse mindset, vou te mostrar 3 pensamentos muito comuns que alimentam esse mito e demonstram como isso só serve para atrasar a sua vida.

Pensamento equivocado 1 – Um cargo de gestão proporciona autoridade e liderança

É natural que um profissional pleno ou sênior tenha mais responsabilidades, como liderar os mais novos. O grande problema é que a maioria das pessoas confunde liderança com gestão.

Liderar é dar direcionamento. É abrir novos caminhos em terrenos desconhecidos para facilitar a passagem da equipe, ou ser a referência para que a equipe não se desvie dos caminhos que já conhece. É usar o seu conhecimento e experiência como base para apoiar a equipe nas decisões difíceis.

Na área de TI, gerenciar pessoas e equipes de trabalho envolve muito mais além de exercer liderança. Orçamentos, controle de headcount, conflitos externos, políticas dentro da empresa, burocracias que precisam ser desenroladas. Muitos consideram tudo isso bem chato e massante, mas faz parte do mundo corporativo. Alguém precisa fazer o trabalho sujo, certo?

Como são conceitos diferentes, é perfeitamente possível exercer liderança sem ter um cargo de gestão. Até porque existem vários níveis de liderança, e um bom gestor deve saber delegar autonomia para tornar a equipe sólida e produtiva.

A mesma idéia se aplica à autoridade. É um grande erro achar que ter um cargo mais alto vai te dar mais voz ativa dentro da empresa. Sua autoridade está relacionada às suas atitudes e realizações, não ao seu crachá.

É claro que existe a questão do respeito à hierarquia dentro das empresas, mas isso está mais relacionado à tomada de decisões estratégicas – uma função comumente atribuída aos executivos.

Uma autoridade apoiada em cargos tem prazo de validade curto. Uma autoridade baseada em resultados é perene, e vai te acompanhar em qualquer lugar ou empresa que você estiver.

Opte pela carreira de gestão se você realmente gosta e quer seguir uma carreira executiva. Não faça isso porque acha que essa é a única forma de ser alguém na vida, de ser ouvido dentro da empresa, ou porque o fato de ser gerente ou diretor deixa o seu ego satisfeito – principalmente se você cresceu ouvindo aquele parente chato dizer “Fulano já é diretor com 25 anos, tome ele como exemplo!”.

Pensamento equivocado 2 – Ser chefe vai me permitir trabalhar menos

Esse é um mito que o seu cérebro cria quando você acha que o seu chefe é um desgraçado-imprestável-pestilento que não trabalha e ganha dinheiro às custas da sua competência.

Sim, é duro ouvir isso, mas é verdade. Assim como é verdade que acumular raiva e rancor faz mal ao coração, e se você pensa isso (ou coisas piores) do seu chefe, é melhor procurar uma terapia…

Quanto mais alto o seu cargo, maior é a cobrança, já que a sua responsabilidade sobre os resultados da empresa são maiores. É por isso que um diretor ganha muito mais do que um analista, certo? É óbvio. O que não fica tão óbvio são os reflexos indiretos dessa responsabilidade.

Não é uma regra geral, mas normalmente um gestor precisa estar disponível 24 horas por dia, 7 dias por semana. Por isso é tão comum ver empresas que fornecem notebooks, celulares e tablets aos seus gestores. Tá, na maioria das vezes ele não sabe como resolver os problemas e aciona sua equipe, mas essas pessoas podem simplesmente ignorar uma ligação de trabalho num domingo ensolarado. Se o gestor tem um smartphone corporativo e não atende uma ligação no domingo, é melhor nem aparecer para trabalhar na segunda-feira.

O impacto sobre o material humano também é algo que merece destaque, pois exige um alto grau de controle emocional, e muitas vezes esse trabalho é feito fora do escritório e do horário de trabalho. É necessário aprender a lidar com diversos tipos de pessoas e situações, desenvolver empatia para entender e respeitar os limites de cada um. Uma atitude inadequada pode gerar conflitos na equipe ou até culminar em um processo trabalhista.

Ser chefe vai reduzir sua carga de trabalho? Não. Provavelmente ela vai aumentar.

Isso é necessariamente ruim? Não. Depende do que você quer para a sua carreira.

Pensamento equivocado 3 – Quero ganhar mais, e ser gestor vai me proporcionar maiores salários

Nem vou me alongar muito neste item, por dois motivos.

Primeiro: isso não é 100% verdade, existem especialistas que ganham mais do que muitos diretores de empresas médias.

Segundo: se mesmo depois de ler o artigo até este ponto você ainda pensa em trabalhar só para ganhar dinheiro, a próxima reflexão vai te fazer mudar de idéia.

Reflexão #3 – Como você se imagina aos 70 anos?

Velhinho tranquilo
Aí sim…

Essa reflexão é a última, mas é a mais importante. E acredite, ela tem o poder de mudar a sua vida.

Como você se imagina aos 70 anos? O que você espera do seu futuro no longo prazo?

Tem gente que nem gosta de pensar nisso, e vive dizendo frases do tipo “não planejo o meu futuro porque as coisas mudam muito com o tempo”, ou “o futuro é muito incerto, eu gosto é de viver o presente!”.

O futuro só é incerto para quem não sabe o que quer.

Tem até um diálogo famoso de Alice no País das Maravilhas que fala sobre isso.

Alice e o Gato
[Alice] “Eu só queria saber que caminho tomar…”
[Gato] “Oh, isso depende… do lugar… aonde quer ir…”
[Alice] “Bem, isso realmente não importa, desde que eu…”
[Gato] “Então… não importa que caminho tomar.”

Para quem não sabe aonde quer chegar, qualquer caminho serve. Sabido esse gato, não?

Imaginar como você quer estar aos 70 anos vai te dar uma direção, vai te mostrar o caminho correto quando alguma decisão difícil surgir. Mudar de país, trocar de emprego, ter um filho – decisões como essas se tornam simples quando seus objetivos estão bem traçados.

Você conhece alguém que é aposentado e continua no emprego até hoje? Aposto que sim. Afinal, não é algo tão incomum nos dias atuais, não é mesmo?

Sabe por que isso se tornou tão normal? Porque a maioria das pessoas não tem objetivos de vida bem definidos, e não se prepara para a velhice. Elas não acumularam um patrimônio financeiro que permita viver bem sem ter que trabalhar, ou ficaram tão acostumadas a viver no “piloto automático” que não conseguem mais abandonar sua rotina casa-emprego-emprego-casa.

Não há nada de errado em continuar trabalhando ativamente aos 70 anos. A história recente contém vários exemplos de estrondoso sucesso, como Jorge Paulo Lemann e Abílio Diniz. A grande diferença entre eles e o tiozinho aposentado que ainda trabalha é a visão: um ideal que floresceu em suas mentes, alimenta suas paixões e continua dando frutos até hoje.

Eu mesmo gostaria muito de trilhar esse caminho de sucesso. Se você está se perguntando qual foi a minha conclusão sobre essa reflexão, a resposta é: eu me imagino feliz por tudo aquilo que realizei ao longo dos anos, por deixar um legado que pode inspirar as gerações futuras, e ávido por realizar muitas outras coisas que estarão por vir.

Essa reflexão foi realmente transformadora. Uma vez que criei a minha visão de futuro profissional e pessoal, minha forma de pensar mudou muito, e passei a enxergar o quanto o antigo mindset atrapalhava o meu crescimento.

E como chegar a essa visão?

Sei que pensar em um futuro tão distante assim não é algo simples, mas não tenha pressa. Reflita com calma sobre tudo aquilo que você gosta, as coisas que trazem um sentimento de realização ao fazer e alcançar, e procure conectar tudo isso ao seu futuro. É assim que você vai descobrir as suas metas de vida.

Ao caminhar em direção aos seus objetivos, você vai descobrir que viver com um propósito é gratificante! Muito mais divertido do que passar os dias como um boi no meio da boiada, deixando o consenso geral dizer para onde você deve ir e o que deve fazer.

Uma última dica: não deixe de incluir a saúde entre suas metas. A área de TI criou um ambiente onde é muito fácil desenvolver péssimos hábitos de alimentação e exercícios físicos – quem nunca varou a madrugada trabalhando sentado por mais de 24 horas, enchendo a cara de pizza, refrigerante e energético?

Você não precisa frequentar a academia e fazer a dieta da lua 7 dias na semana, mas também não precisa ser atleta de sofá e se entupir de porcaria todo dia. Procure manter uma rotina que lhe permita ser constantemente saudável. Acho que não é possível conseguir algo assim sem nenhum esforço e sem abdicar de algumas coisas, mas lembre-se da sua visão de futuro. Quer brincar com os seus netos? Se você não se cuidar, pode ser que não veja nem os seus filhos.

Concluindo…

Homem pensando no penhasco

Essas foram as 3 reflexões que recomendei ao meu amigo. Sem nenhum exagero, posso dizer que elas mudaram a minha vida, e espero que te ajudem de alguma forma.

A área de TI é fascinante, embora seja exigente e muitas vezes cruel com seus profissionais, mais do que a grande maioria das áreas de atuação.

Porém, na minha opinião, é o melhor mercado para se trabalhar atualmente porque oferece muitas oportunidades em vários níveis diferentes, do empreendedor ao estagiário.

E lembre-se de que nada na vida é imutável. Você pode (e deve) testar várias possibilidades e ajustar o curso da sua carreira ao longo do tempo. Só não se esqueça de manter o foco naquilo que vai te aproximar das suas metas.

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  • Maria Amélia

    Muito legal! Parabéns pelo seu artigo.
    Não sou da área de TI, mas quem não é cliente da área de TI? Muita gente creio eu! Indispensável essa reflexão aos profissionais que atuam com TI.